Adriano: “Rocco Siffredi é minha escola”

Se você prestar atenção nas recentes produções do Rocco Siffredi, vai perceber que o eterno garanhão italiano do pornô tem concentrado suas atenções em um tipo de trabalho: o sexo grupal.

Basicamente, ele reúne um grupo de homens jovens, de boa aparência, com corpos bonitos e rolas enormes com outro formado por mulheres belíssimas. O resultado é nada mais nada menos do que um bacanal que dá gosto de ver. E no meio dessa galera toda transando, há sempre um rosto ou outro que chama atenção.

Um deles é o de Christopher Borelli aka Adriano, um italiano de 27 anos que, de tanto admirar Rocco e seu legado, decidiu logo cedo que gostaria de ser como ele. E foi o próprio Adriano, como é conhecido, que se colocou no caminho do rei do pornô.

O bonitão, nascido na Calábria, região sul da Itália, passou de fã a profissional e hoje é um dos que mais filmam com o ídolo italiano dos anos 90 ao mesmo passo em que aprende com ele como se tornar uma estrela do universo adulto.

Adriano tem 1.85 de altura, 80kg, é magro na medida certa, e tem uma piroca de 21 cm. Ele conversou com exclusividade com o Inside Porn.

Sei que a sua história está diretamente ligada à do Rocco Siffredi, o eterno galã italiano do pornô…

Sim. Tudo começou quando eu trabalhava na Alemanha como assistente de cozinha, basicamente manuseando uma máquina de lavar louça. Uma dessas noites, depois do turno de trabalho, fui à página do Facebook de Rocco Siffredi – eu costumava fazer isso de vez em quando. Então eu vi o anúncio da criação de uma academia de pornografia, criada pelo Rocco, para formar novos talentos e pensei imediatamente que eu deveria tentar a sorte. Fiz minha inscrição, escrevi para o Rocco expondo meu desejo de me tornar ator pornô.

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Chris sendo dirigido por Rocco Siffredi

E o que aconteceu depois desse email?

As coisas começaram a acontecer a partir dessa minha iniciativa. Em junho eu já fazia parte da equipe dele. Foi tudo muito rápido. E minha primeira cena foi com a Malena, uma atriz que admiro muito. E ainda que tenha sido apenas uma cena de mamada e em grupo, essa é uma das memórias que mais me excita, sabe? Apesar da experiência em ficar peladão em grupo, com um monte de câmeras ligadas, eu estava lá para transar com uma das estrelas em ascensão do pornô italiano (Malena) e trabalhando para o ator e produtor mais famoso do mundo. Para mim, o Rocco é o mais forte entre todos os caras deste ramo. Ao final da cena, eu me senti muito feliz e sabia que era aquilo que eu gostaria de fazer dali em diante.

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O que te motivou a tentar essa carreira?

A pornografia é algo que eu sempre quis, ou pelo menos desde que eu percebi que, quando crescesse, precisaria trabalhar, ganhar dinheiro e me sustentar. Então a ideia de ser ator pornô sempre esteve presente em minha mente. Levando em consideração que eu comecei a bater punheta quando tinha cerca de 7 anos, eu diria que era previsível (risos). Sempre fui muito ligado com sexo. Sou italiano, cresci nos anos 90 quando o Rocco ascendia para o estrelato, então, não houve um caminho melhor do que bater na porta dele. Trabalhar com o Rocco significa, pra mim, a chance de crescer neste ramo por meio do que ele tem a oferecer e a me ensinar.

Todo italiano fode bem como o Rocco?

Não, eu não acho que todos os italianos fodam como Rocco, nesses níveis que vemos ele fuder. As vezes, você precisa ter mais experiência e um estilo de vida específico para que reflita na cama essa boa performance. Eu não acho que seja perceptível em todos os casos. É possível chegar lá, mas é preciso deixar claro que existe apenas um Rocco Siffredi.

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Rocco Siffredi conversa com jovens atores, entre eles Christopher Borelli, em pé, de branco

Como é seu relacionamento com ele?

Meu relacionamento com o Rocco não é diferente do relacionamento com os outros caras. Em certo ponto, ele quis entender quais eram minhas intenções e dada a dedicação que eu coloquei nesse trabalho, percebo que nosso relacionamento tornou-se cada vez mais próximo e profissional. Trabalhando com Rocco atrás da câmera é fantástico. Ele tem a capacidade de explicar da maneira a fazer as pessoas se sentirem à vontade. É claro que nas primeiras cenas eu fiquei muito assustado, mas estive sempre em boas mãos.

Você faz muitas cenas grupais. Gosta disso?

O sexo grupal tem suas vantagens e desvantagens. Por exemplo, quando você comete um erro, tem uma galera toda ali do seu lado que está presenciando isso. Geralmente os novatos que começam em cenas duplas não passam por isso. Percebo que é preciso ter uma resistência maior para fazer cenas grupais logo em início de carreira. É um desafio. Mas ao mesmo tempo percebo que é divertido. Agora que eu e os outros atores estamos mais íntimos, é como juntar com os outros caras para fuder algumas minas gostosas. E dar o seu melhor para que saia uma boa cena.

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Cast de uma das inúmeras cenas grupais da qual Chris fez parte. Quinze homens em cena para uma mulher.

A essa altura, você acha que já consegue encarar uma cena sozinho?

Embora, na academia do Rocco, minha experiência tenha amadurecido especialmente em cenas de grupo, também há cenas solos, com outras mulheres. Eu já me sinto pronto para enfrentar ambos os casos.

Como você descreve a si mesmo?

Eu me percebo como uma pessoa muito confiante, determinada com certos defeitos de uma forma muito normal, como todos dizemos. Eu sou extremamente transparente, dificilmente escondo meu modo de ser, então acho que os outros me vêem do mesmo jeito.

Você disse que começou a bater punheta cedo. Como é a sua relação com a própria sexualidade hoje?

Eu gosto de me masturbar de um jeito oldschool, sem vídeo porno, sem sana. Prefiro me excitar pensando, por exemplo, em uma garota que eu vi uma vez na rua e fiquei com tesão ou, talvez, pensando naquela dona de casa mais velha que você conhece enquanto faz compras no supermercado. Essas fantasias me ajudam a ficar de pau duro na hora da punheta, na hora do sexo real, etc. Os vídeos acabam tornando a realidade muito virtual. Então é melhor treinar na mente (risos).

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Como gosta de transar?

No sexo, eu gosto da conexão, de olhares, de cheiros, desabores, de cumplicidade. Se não houver essas coisas essenciais, não é o tipo de sexo que eu gosto. De qualquer forma, sempre consigo moldar o sexo do meu jeito, se não no resultado, pelo menos nas minhas abordagens.

Quais os seus planos para o futuro?

Espero colaborar muitas vezes com meu professor, o grande Rocco Siffredi. Dessa forma, acredito que outras produções vão se interessar por mim, mas se eu tiver que lhe contar uma produção para a qual eu me apetece é a Brazzers. Quero trabalhar com eles. No que diz respeito às atrizes com quem eu gostaria de trabalhar de novo, é a Malena, ela me transmitiu muita serenidade e me ajudou a entender muitos mecanismos desse trabalho. Criamos uma amizade maravilhosa entre nós, então não me importaria trabalhar com ela outras vezes.

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Faria pornô gay?

Não, eu não poderia fazer pornô gay pelo simples fato de ser heterossexual. Então, eu não poderia dar o melhor de mim em um campo que não reflete meu interesse sexual.

O que mais dedica seu tempo, além do pornô?

Quando eu não estou filmando, eu cuido de algumas propriedades familiares. Dedico muito espaço para mim, adoro andar na floresta, gasto muito tempo na natureza e entre os animais. Eu acho que aprendo muito com os bichos, tenho me inspirado por eles, inclusive, na minha maneira de transar nos filmes. O sexo é melhor se feito como os animais, certamente no bom senso da palavra, ou seja, de modo selvagem. E isso é uma coisa que eu sou bastante.

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O que as pessoas geralmente não sabem ao seu respeito?

Elas ainda não sabem que eu vou me tornar o ator mais hardcore e mais foda do mundo (risos). Piada a parte, a verdade é que não há nada de novo que as pessoas não conheçam, minha vida é um livro aberto. Talvez se um dia eu ganhar na loteria, certamente elas não saberiam (risos) .

Os italianos realmente sabem como pegar uma mulher?

Eu não acho que os italianos são melhores ou piores neste quesito. Acho, sim, que o italiano tem uma maneira diferente de se aproximar, de falar, assistir e chamar a atenção de uma mulher. Essa abordagem é o que nos torna únicos e conseqüentemente o nosso sexo é diferente. O segredo de uma boa foda, obviamente, não é a nacionalidade, mas o fazer do que gostamos e sermos nós mesmos. E nunca deixar de sermos pervertidos na medida certa.

Siga o gato italiano no Instagram @adrianoofficial2.0

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